Saudações, caros jogadores! Theo digitando
Estou aqui para fazer a primeira publicação do quadro Opinião Avaliativa, que é um quadro no qual eu vou dar a minha opinião sobre determinado jogo que finalizei. E hoje falarei de um jogo bem popular entre a comunidade gamer, God of War 3 Remastered.
Lembrando que, não estarei seguindo a ordem cronológica aqui falando de todas as cenas, e sim comentando as partes que mais me chamaram a atenção.
Eu ainda não havia jogado o God of War 3 antes, então essa é a minha primeira vez, agora jogando o Remaster.
Portanto, vamos começar.
AVISO DE SPOILER: Se você pretende jogar o game ou por acaso ainda não finalizou, continue lendo essa postagem por sua própria conta.
Eu comecei a jogar God of War 3 Remastered no meu PlayStation 4 em maio, desde então, comecei a curtir bastante o game.
A história dele é fantástica, com toda aquela temática mitológica e a sede de vingança do protagonista Kratos.
Eu gostei bastante da parte em que matamos Poseidon, por exemplo, e a parte em que mais senti dificuldade foi a parte em que matamos Hades.
Claro que o jogo tem alguns aspectos negativos, como por exemplo, a ausência de melhoras gráficas.
O game lançou em 2010, e para um remaster que chegou em 2015, poderia sim apresentar algumas melhoras no gráfico, até por quê o PS4 é um console bem potente e suportaria essa alteração.
Na parte em que derrotamos Hades, eu senti bastante dificuldade como disse anteriormente. principalmente na terceira, quando ele se enfurece. Porém depois de muito esforço, consegui matá-lo.
Eu gostei bastante da trama entre irmãos, que é na parte em que vencemos Hércules. Claro que Hércules foi visivelmente manipulado e incentivado a nos matar por Hera. Porém não foi tão difícil como foi com Hades, e também bem divertido, apesar dos minions terem me irritado um pouco.
Conforme o história do jogo vai se desenvolvendo, percebemos como o Kratos é um homem sem coração nenhum, que não se importa com os sentimentos das pessoas e nem com ninguém.
Isso ficou bem claro para mim quando ele manteve a Princesa de Poseidon viva apenas para deixar ela segurando a porta que se fechava automaticamente quando estávamos passando, por isso precisava de alguma coisa para segurar. Existem diversas portas desse mesmo tipo ao longo do jogo.
Ele joga a Princesa para que ela segure a roda que abre e fecha a porta para ele poder passar, ela não aguenta o peso e sua coluna acaba envergando, uma morte completamente brutal.
Seu objetivo principal desde o início do jogo, é abrir a Caixa de Pandora, que possui o poder de matar um Deus, porque ele quer se vingar de seu pai, Zeus.
Depois, bem, temos a parte da Afrodite...
Depois encontramos Hefesto, o marido de Afrodite (corno), que pede que peguemos uma pedra com Cronos para que ele use a mesma para produzir uma arma para Kratos. Batalhamos com o gigante Cronos e vencemos, e é aí que percebemos o 'poder da invencibilidade' de Kratos, que ninguém o mata se ele não quiser.
Por mais impressionante que seja o que vou dizer agora, não senti dificuldade alguma em derrotar Cronos, apesar dele ser gigante. Foi bem simples e fácil, consegui de primeira. Gostei bastante de como a cena foi bem representada.
Ele retorna à caverna de Hefesto, o minerador, que na tentativa falha de nos matar, tentou nos dar um choque mortal, então Kratos o mata e fica com a arma poderosa de choque.
Outra coisa que gostaria de ressaltar é que, eu gostei de podermos ficar com as armas dos deuses que matamos. Achei ótimo terem mantido isso.
Achei bem interessante, pois, o único motivo de Hefesto ter tentado matar Kratos foi seu amor por Pandora, que ele a considerava como filha. Porém, acho que ele foi muito imprudente achando que poderia matá-lo.
Tivemos aquela cena bem complicada no labirinto de Hera, a qual Kratos matou quebrando o pescoço por ela ter falado de Pandora.
Kratos parecia importar-se apenas com a vida dela. Ele sempre se enfurecia quando os deuses tocavam no assunto: Pandora.
Logo depois a encontramos, e conversamos com ela. Ele a mantém a salvo e quando chegamos para abrir a caixa, Zeus nos impede.
Por estar machucando Pandora, Kratos se enfurece. Eu gostei bastante desta parte, principalmente porque Kratos queria achar outra forma de abrir a caixa, ela queria se matar, pois só assim a caixa seria aberta.
Kratos tentou segurar Pandora, porém ele cedeu às provocações de Zeus e acaba a soltando para batalhar contra ele.
Esta parte me chamou muito a atenção, pois representa de forma abundante a personalidade do protagonista Kratos.
Ele vence Zeus e parece não se importar muito com o que acontece com Pandora. Ele simplesmente abre a caixa, que, para sua surpresa, estava vazia. Então, Zeus zomba dele, e os dois começam a lutar.
Esta parte me intrigou bastante, pois eu não esperava que a caixa que te dá o poder de matar um deus estaria vazia. Então, Kratos vai até Zeus e começam a batalhar.
E aparece uma deusa considerada morta, Gaia. E a batalha ocorre dentro dela.
Depois que Kratos o vence, matando Zeus espancado depois de enfraquecido, ele se suicida com sua espada, dizendo que sua vingança foi concluída.
Eu achei que o final foi bem inesperado, que me deixou surpreso, assim como a maioria dos jogadores. Acho que o jogo foi muito bem feito, em termos de história e ação, e é uma trilogia muito divertida e emocionante.
Eu estou aguardando muito ansioso pelo God of War 4, e em breve irei trazer uma análise de seu trailer aqui no blog.
Eu espero que tenham gostado de minha análise, digam suas opiniões e impressões sobre o jogo por meio dos comentários, sua avaliação é deveras importante para o crescimento do blog.
Muito obrigado a você que leu até aqui, até a próxima postagem!
-Theo, Festeiro Games












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